1 de março de 2016

Março: gotas de Decisão

A vida é estranha: nos coloca em situações que exigem de nós uma postura, às vezes dura, às vezes flexível, mas que sempre, sempre, nos pede que tomemos uma decisão.
A escolha entre um curso superior quando se passou em mais de um vestibular; a aceitação de um novo emprego que é legal, mas que remunera menos do que o atual; a decisão de por fim a uma relação que é tóxica, mas que você, enganada, acha que faz bem; a escolha entre salto alto [mulher fatal] ou sapatilha [mulher romântica] para encontrar aquele gatinho que conheceu através do Tinder... Situações importantes ou bobas da vida exigem que você e eu pensemos bem para não cometer algum erro; às vezes, para não cometer o mesmo erro que já fizemos no passado. O sábio Salomão, depois de observar a vida cotidiana e tudo ao seu redor, disse:
"A sabedoria vale mais do que armas de guerra, mas uma decisão errada pode estragar os melhores planos". [Eclesiastes 9:18].
Lembro-me de várias situações em que tomei uma decisão que achava que estava certa, mas acabei quebrando a cara; outras vezes fui feliz nas minhas escolhas; algumas outras, a felicidade momentânea da escolha me rendeu um fim amargo. Aprendi com tudo isso. Hoje, o que faço: penso, repenso, peso, comparo e depois todo uma decisão. Nada melhor do que perder tempo pensando; se não penso, tenho que perder tempo reparando o erro.